Secar o peixe é uma tradição de origem pouco conhecida. Contudo, seria uma das melhores maneira de conservar o pescado para os dias de escassez.

As espécies mais utilizadas são o carapau, os batuques, a sardinha, a petinga, o cação, e o polvo, devido à sua abundância.

Na Nazaré existem duas formas de secagem, sendo elas: o peixe seco e o enjoado, com características de preparação e de consumo diferentes.

Primeiramente, o peixe é “amanhado”,  depois é lavado e passado por uma salmoura feita com água e sal grosso. Por fim é aberto ou escalado, estendido nos paneiros e posto ao sol. O processo de secagem costuma durar cerca de 2 a 3 dias, mas tudo depende das condições atmosféricas.

Cada espécie de peixe tem uma forma diferente de secagem. O carapau, os batuques e o cação são abertos ou escalados, mas a petinga e a sardinha são secas inteiras, bem como o polvo.

Localizado em frente ao Centro Cultural da Nazaré, é possível encontrar o Estindarte, o local próprio para a secagem do peixe, onde as várias peixeiras secam e vendem o peixe ali exposto.

 

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